3 de novembro de 2012
Acho que foi o tomate...
Essa piada faz parte da minha vida. Sempre bati altos papos com meu corpo, mas nunca tive uma desavença nesse nível.
É divertido (e instrutivo) tentar imaginar o que as partes do corpo estão falando todos os dias =)
- Estômago: Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi foda. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.
Primeiro prato (800g): arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de galinha e tomate.
- Estômago: Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas? Pelo menos mastiga direito essa porra.
Segundo prato (550g): arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.
- Estômago: Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né? Manda um pouco de água.
Bebida: Coca-Cola 600ml.
- Estômago: Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
- Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
- Estômago: Coca-cola tem o inferno dentro, porra. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
- Esposa: Amor, com quem você tá falando?
- Nada, não, tô pensando alto.
Sobremesa: 300g de pudim.
- Estômago: Eita porra, cabe mais não. Tá ouvindo?
- Intestino: O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
- Estômago: O cara tá empurrando comida. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
- Intestino: Vamos mandar direto.
- Estômago: O quê?
- Intestino: É isso aí, operação descarga.
- Estômago: Cara, o cérebro não vai gostar.
- Intestino: Foda-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
- Estômago: Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...
Bebida 2: cafezinho.
- Estômago: Filho duma puta. Vou explodir.
- Intestino: Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
- Coração: Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.
- Intestino: Operação descarga.
- Coração: Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
- Estômago: Foda-se aquela geléia! Nem músculo tem.
- Intestino: É isso aê, foda-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter anal. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.
- Esposa: Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
- Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
- Esposa: O que você comeu?
- Não sei... Acho que foi o tomate.
12 de setembro de 2012
DropBox
Durante a maior parte da minha vida, eu dependi de disquetes, cds ou pendrives para levar documentos, fotos e arquivos para um lado e para o outro. É um peso a mais, exige presença física e nem sempre é muito conveniente. Claro, era sempre possível mandar coisas por e-mail, mas nada que fosse muito grande.
Fico feliz de ver quanto isso mudou. Hoje é possível compartilhar uma pasta via DropBox e imediatamente a pessoa do outro lado vai ter acesso a todos os arquivos dela! Eu mesmo posso acessar as minhas pastas de qualquer computador ou celular, bastando acessar um site. É muita praticidade =)
No google já é possível encontrar dezenas de tutoriais de como criar conta no DropBox, então vou me ater a falar apenas do básico de como ele funciona e como fazer bom uso dele.
(Para os que já conhecem, o link para se cadastrar no serviço é este: http://db.tt/0aUapjI
Usando o link de alguém que te recomende, ambos ganham 500mb a mais de espaço grátis.)
O que é o DropBox?
É um lugar para colocar seus arquivos na internet e baixá-los depois gratuitamente. Simples assim. Você entra no site do DropBox com seu login e senha, clica em "UpLoad" e coloca tudo o que vai precisar usar depois.A grande vantagem dele, no entanto, surge quando você instala o programinha (também gratuito) deles. Ao instalá-lo, você cria uma pasta dentro do seu HD com tudo o que quer colocar no DropBox. À medida em que você for jogando arquivos dentro desta pasta, renomeando, movendo e editando, as alterações são replicadas automaticamente na sua pastinha virtual lá nos servidores.
No meu caso, tenho o aplicativo instalado no meu Desktop e no Notebook. Quando quero enviar arquivos de um computador para outro, jogo o arquivo dentro da minha pasta do Dropbox e poucos segundos depois ele já aparece do outro lado.
Quanto espaço?
Ele tem um limite modesto de 2 gigas gratuitos (expansível para 18gb), o que acaba sendo bem mais do que o suficiente para guardar documentos do tipo Office, fotos e vídeos de celular e até mesmo pequenas coleções de Mp3.Em outras palavras, serve para todos os seus documentos de trabalho e faculdade, mas não serve para uma coleção inteira de músicas, fotos de família e seriados.
Pastas compartilhadas
O grande charme do DropBox, no final das contas, é a possibilidade de criar pastas compartilhadas.Um exemplo: eu e mais dois amigos criamos uma pasta de sugestões musicais. Quando queríamos que os outros conhecessem algo, jogávamos a música em Mp3 dentro da pasta compartilhada e imediatamente o arquivo aparecia no computador dos outros dois! No máximo, ia no Gtalk depois e falava "ouça aí a música do Jeneci que acabei de colocar na pasta".
Usei bastante para trabalhos em grupo também. Garantia de que todos os integrantes estão sempre com a versão mais atualizada de todos os arquivos. Nada de malditos e-mails com versão pra lá e pra cá.
Links públicos
Recentemente, eles inseriram também a facilidade de criar um link público para qualquer arquivo que você tenha online. Basta ir no site (parece que no windows explorer também funciona), clicar com o botão direito no arquivo que deseja compartilhar e selecionar a opção "Get Link". Voilá! Envie o link para qualquer pessoa, use ela o dropbox ou não, e ela poderá baixar seu arquivo sem nenhuma complicação. Se for uma foto, dá até pra ver online sem baixar.Por fim, existem milhares de formas inteligentes de se usar um serviço como este de armazenamento em nuvem, as que citei foram apenas exemplos das mais simples e úteis. Além disto, existem os serviços concorrentes Google Drive (5gb) e Microsoft SkyDrive (7gb). No entanto, do que tenho usado até agora o melhor em praticidade e funcionamento é disparado o pioneiro DropBox.
Controle de Versão
Apagou aquele arquivo importantíssimo sem querer? Sem problemas. Entre no site do DropBox com seu usuário e senha, navegue para "Arquivos" -> "Exibir arquivos deletados".A energia caiu e o Word corrompeu o texto que você trabalhava há meses? Fez uma burrada e sobrescreveu o arquivo que não devia? Navegue até ele no site do DropBox e clique com o botão direito sobre o arquivo. Vai aparecer um menu com a opção "Versões anteriores" (aqui um tutorial que possui um passo-a-passo com imagens para isto) . Voilà!
As versões antigas / deletadas dos seus arquivos ficam lá guardadas por 30 dias no plano gratuito. É possível aumentar este prazo comprando os planos mais avançados deles.
Conclusão
Se for fazer algum trabalho importante no computador, salve ele em uma pasta no DropBox. Simples assim. (a não ser que você esteja trabalhando com vídeos gigantescos, é claro)--
Links:
Para se cadastrar no DropBox com referência minha e ganhar 500mb extras: http://db.tt/0aUapjIComparação de 13 serviços de Cloud Storage
Tabela de preços para upgrade de espaço online de 7 serviços
Recupere arquivos deletados do DropBox
[1] Tutorial sobre o DropBox, com imagens de como recuperar versões anteriores
11 de junho de 2012
GTalk no Android
Nestes últimos dias eu tenho deixado o meu gtalk no status Ocupado. Como uso um celular com Android, sempre que desligo o computador, o celular "pega" a conexão do gtalk e eu continuo aparecendo online para os meus amigos com o status "Ocupado", da mesma forma que estaria se estivesse no computador.
O que acaba acontecendo é que as pessoas vêm falar comigo, o celular registra o novo chat e apenas mostra uma notificaçãozinha no canto da tela. Sem vibrações ou toques. Só vou perceber a mensagem quando pego o celular na mão, o que pode ser um bom tempo depois da mensagem chegar. Às vezes a pessoa acaba se sentindo meio ofendida por não ter recebido resposta.
Pra evitar esse tipo de incômodo, eu recomendo aos usuários de GMail ativar a extensão Green Robot, que permite ver quem está ligado no GTalk apenas via celular!
GMail Labs: Green Robot
Para ativá-la, basta ir nas Configurações (Settings) do GMail, no canto superior direito da tela:
Clicar na aba "Labs"
Na caixinha de busca, pesquisar por "Android" ou "Green Robot"
![]() |
| Tela do Gmail Labs. Clique na imagem para ampliar. |
Clicar em "Enable" e pronto! De agora em diante seus contatos que estejam usando o GTalk via android ficarão com um ícone de robô. E você vai entender melhor porque estão te respondendo de maneira tão concisa :)
Outras extensões:
Aproveitando que você já está na tela do GMail Labs, dê uma olhadinha nas outras extensões! Tem coisas muito úteis como o Undo Send, que permite voltar atrás e re-editar um e-mail que você já enviou. Extra Emoji pode agradar a muitos também, adicionando um botão com uma boa quantidade de emoticons no GMail.
17 de novembro de 2011
Minecraft
Por muito tempo eu fugi desse jogo. Eu sabia que era problema.
Mas não dá pra se esconder quando ele se transforma numa febre de 10 milhões de pessoas. Fui alcançado quando enfim ocorreu a proposta irrecusável: na compra do Humble Indie Bundle 3, ganhei acesso ao maldito joguinho até dia 14 de agosto. Soma-se isto ao fato de que estava de férias e que tirei dois dentes cisos no mesmo dia em que foi lançado o Bundle... voilá!
60 horas de gameplay depois...
O Jogo
Minecraft é, como gostam de chamar por aí, uma caixa de areia. Você constrói e destrói à vontade, sem grandes objetivos finais ou enredos para seguir. Quem já jogou The Sims, Sim City ou afins sabe que tipo de jogo é este e quão viciante ele pode se tornar.
Numa ótima sacada de game design, as entranhas e nuances de funcionamento do jogo ficaram todas escancaradas para os usuários, de forma que todos podem saber exatamente como funcionam os algoritmos de física/construção/criação de monstros e usar isso a seu favor para criarem estruturas/situações grandiosas. Até uma "wikipedia" própria já existe para o jogo: MineCraft Wiki.
O autor, Notch, é um aficcionado por construção de software simplista, com apelo retrô e pouco consumo de recursos. Já participou diversas vezes do evento Java4k, que desafia desenvolvedores a criarem jogos legais com no máximo 4096 bytes. Minecraft também segue esta guia, o que fica óbvio com o trailer abaixo. O gráfico é reduzido ao mais simples possível, ao ponto do cômico ( ou repulsivo, para os hardcore gamers ) e o foco do jogo fica completamente na interação com o mundo, e nas infinitas possibilidades que ele abre para a imaginação.
Modelo de desenvolvimento / comercialização
Outro ponto muito interessante é o modelo de desenvolvimento do jogo. No modelo mais tradicional de desenvolvimento, primeiro se idealiza o jogo/programa, depois se faz um projeto detalhado deste, entrega-se para alguns programadores desenvolverem, testa-se e só por último libera-se o jogo já pronto para os usuários finais. Em computação, chamamos isto de modelo cascata, no qual uma etapa só pode ser realizada após o término da última.
Notch, por sua vez, grita aos quatro ventos "Waterfall is dead. Long live agile!", em referência ao seu modelo de desenvolvimento ágil. Em resumo: ele tem uma idéia, pula o planejamento e simplesmente a desenvolve. Testa um pouco por conta própria ( o que é BEM diferente de mandar para uma equipe de testes ) e disponibiliza logo para o grande público. Se gostarem, deixa daquele jeito. Se não gostarem, remove-se a alteração com facilidade e tudo volta a funcionar normalmente.
Com este modelo, o autor tem construído o jogo pouco-a-pouco, com várias versões ( ou patches ) saindo desde outubro de 2010, quando o jogo foi disponibilizado pela primeira vez. Assim, os próprios jogadores podem constantemente opinar sobre o que gostariam de ver no seu jogo, fornecendo um feedback direto para os desenvolvedores. Para quem já trabalhou com desenvolvimento de software, é lindo ver esse tipo de modelo funcionando tão bem. E os publicitários bem sabem quão valioso é ter clientes que se sentem parte da criação de um produto.
![]() |
| O famoso primeiro abrigo. Primeiro objetivo de infinitos... |
Além disto, o modelo de vendas também é um tanto revolucionário. Desde as versões mais simples, apenas com os recursos mais básicos, o jogo já é vendido a preços reduzidos. A idéia é que se você está comprando o jogo ainda construção, paga apenas pelo que já está pronto e toda melhoria que tiver depois virá de "brinde". Desta forma, os fãs vão fazendo suas mega-construções e se divertindo enquanto a versão final do jogo não está pronta, e neste meio-tempo vão financiando a continuidade do projeto. É uma forma até dos próprios desenvolvedores medirem se o esforço que estão tendo com o jogo está valendo a pena.
E em Minecraft está. Eles já venderam 3 milhões de licensas de jogo. Imagine isto apenas dois anos para uma empresinha de uns dez funcionários...
MineCon
Com o sucesso, os produtores do Minecraft decidiram fazer uma Convenção de Minecraft: a MineCon! Acontecerá em Las Vegas, dias 18 e 19 de novembro de 2011, e vai servir como evento para lançar a primeira versão oficial do jogo, menos de um ano depois da primeira versão paga.
Parece difícil imaginar como um joguinho retrô pode fazer pessoas viajarem, montarem stands e fazerem apresentações só para assistirem ao seu lançamento? Pois é. Agora você começa a entender porque eu estava fugindo tanto dele...
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Site oficial do MineCraft
Blog do autor, Notch: The Word of Notch
Review do EuroGamer sobre MineCraft
11 de novembro de 2011
Não-Repressão
"Olho por olho, dente por dente". A estupidez desta filosofia é óbvia, e ainda assim é muito difícil sair dela quando o mundo está, de fato, acontecendo. Quando estamos diante de uma possibilidade de sofrimento, o caminho mais fácil para nossa mente adestrada é reprimi-la. Usamos de força física, verbal ou de nuances mais sutis e mentais para impedir o fluxo da ação por um caminho - sem nos darmos ao trabalho de redirecionar aquilo para algo diferente. Algo que não simplesmente interrompa o caminho das coisas.
Combatemos uma violência com outra. Por mais que a nova seja num nível mais sutil, ainda assim é algo no mínimo sem muito potencial construtivo.
Compartilho abaixo o trecho do livro "Eu me Lembro..." que me fez refletir em como existem soluções alternativas para as nossas situações de sofrimento. Afinal, que situação mais icônica para ilustrar a naturalidade com a qual reprimimos a nós e aos outros do que uma criança querendo colocar a mão no fogo?
"Lembro-me da cozinha, o lugar mais aconchegante da casa. O que eu mais gostava era da proximidade com o fogo e do cheiro bom da comida. Quando era menor, um dia quis tocar no fogo e minha mãe me ajudou nessa aventura. Ela me disse:
– O fogo é muito tímido e quando você tenta segurá-lo ele foge. Mas também é nervoso como o corvo. Se você segura um corvo pelo pé, ele lhe dá uma bicada. O fogo também faz isso. Então, você não pode ficar muito tempo com a sua mão tentando segurá-lo. Você tem que tentar pegar e tirar a mão depressa.
E assim, aprendi a tocar o fogo sem me queimar."
Capítulo "A cozinha da nossa casa", livro "Eu me Lembro".
Percebam que a mãe, ao invés de alertar, criticar, ou impedir o comportamento potencialmente destrutivo do filho, aproveitou a oportunidade para educá-lo. Ao invés de reprimir, conduziu. Isso dá muito combustível para reflexão. Imagino se conseguisse me comportar mais como a mãe desta criança em relação aos meus medos e inseguranças, quanto avanço a mais não iria alcançar? E quanta beleza pode ser vista no mundo inteiro quando me comporto assim também com ele!
A lição mais forte disso que ficou pra mim é muito simples: há uma outra forma de pensar o mundo, e ela pode ser melhor do que a minha.
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Foto por ~violetztarz
Página para download do livro "Eu me Lembro..."
14 de setembro de 2011
Sobre a saúde
"...cada filho de Deus é herdeiro de possibilidades sublimes e deve funcionar como médico vigilante de si mesmo."
Alexandre, em diálogo com André Luís. Missionários da Luz, cap. 6.
Será que perceberam que eu destaquei "possibilidades sublimes"? É porque são sublimes. Demais. Mesmo. É de se ficar maravilhado.
Pratiquem ;) fikdik
17 de abril de 2011
Projeto Driver(Less) is More
Desde que comecei a ouvir falar de mobilidade e alternativas aos carros no trânsito, me pego meio desiludido com o futuro próximo. Se por um lado transportes públicos, bondes e bicicletas pareciam soluções perfeitas, por outro eram simplesmente utópicas, por existir hoje uma cultura muito forte enraizada em torno dos carros.
Em paralelo a isto, mesmo antes de começar a dirigir, sempre tive uma idéia muito clara na minha mente: Humanos não deveriam poder dirigir. Isto é função para computadores! Gente dirigindo carros em uma cidade é simplesmente errado, e as estatísticas de acidentes no trânsito tão aí pra provar isso. Isto é forçosamente uma mera fase de transição (de mais de um século, infelizmente) enquanto os computadores não são capazes desta função com segurança.
Eis que em um post sobre os tais carros no PdH, surge um comentário com um link para o projeto Driver (Less) is More para o concurso AUDI Urban Future Award. Qual não foi minha alegria quando vi meu pensamento ecoado em uma palestra de Eric Shmidt, CEO do divino Google:
De fato, não tinha ligado ainda as peças e visto o carro como uma peça que ainda pode evoluir muito, bastando para isto compreender a mudança de paradigma que é remover o elemento humano do controle. Consegui enfim vislumbrar uma ponte entre o caos carrocêntrico atual e a utopia - agora ainda mais bela do que eu imaginava."Não consigo entender como é sequer permitido que pessoas dirijam carros...""O fato de carros terem sido inventados antes dos computadores é um bug!"
Enfim, recomendo enormemente que vejam site do projeto. Segue apenas uma figura teaser da apresentação, em formato de história em quadrinhos, muito didática, fluida, bonita e com conceitos espetaculares para o futuro.
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Driver(Less) is More, via comentário no PdH |
Simplesmente sensacional. Mal posso esperar pelo que o futuro promete =)
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